Ciclos

“O futuro é algo que cada um alcança a um ritmo de sessenta minutos por hora, haja o que haja, seja quem seja.” C. S. Lewis

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No nosso dia-a-dia estamos sob a influência de vários ciclos, que definem o nosso ritmo biológico.

O mais fácil de perceber é o ciclo diário, onde se baseia o ritmo biológico de quase todos os seres vivos, é designado de circadiano. Do latim circa: cerca de, + diem: dia, cerca de um dia, pois tem mais ou menos 24h.

Este é o mais importante pois ele é influenciado pela luz e temperatura, é responsável pela renovação, e acaba por influenciar os outros dois ciclos.

Não confunda o ciclo circadiano com o cronotipo, este último designa se a pessoa é matutina (tem mais facilidade de acordar cedo e trabalhar pela manhã, reduzindo assim a sua atenção à noite) ou vespertina (apresenta maior dificuldade para acordar cedo e o seu pico de atenção e trabalho é à tarde e noite, não madrugada).

Temos o ciclo infradiano que abrange todos os ciclos que têm mais de 28h. Inclui-se aqui um bem conhecido pelas mulheres, o ciclo menstrual. Incluem-se também o ciclo lunar e os meses. O último mais difícil de identificar, pois não existem referências ambientais para os mesmos. Lembro que antigamente utilizava-se o sol para saber as horas, e os ciclos da lua para os meses, referências ambientais.

Ultradianos são ciclos com períodos menores de 20 horas. No estado de vigília do ser humano (quando está acordado) têm uma variação de 90 a 120 minutos. Isto é muito importante quando queremos ser mais produtivos.

Mas isso deixo para o próximo artigo.

Bruno Amaral

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