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Iniciamos em Dezembro uma parceria com a Ju Kouprianoff, responsável pela marca e blog With You We Change, e aluna do Espaço Telheiras.

Cartaz espaço telheiras

As consultas são marcadas directamente com a Ju (912 363 757 ou info@withyouwechange.com), e decorrem à 5ª feira nas instalações do Espaço Telheiras (Rua Poeta Bocage, 5D, 1600-581 Lisboa)

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A meditação e a resposta à tristeza

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Cientistas da Universidade de Toronto podem ter encontrado um método de treino para ajudar as pessoas a controlar as suas reacções à tristeza, de acordo com um estudo de 2010 do jornal Emotion. Ressonâncias magnéticas ao cérebro revelaram que as pessoas que utilizaram uma meditação mindfulness responderam de modo diferente a um nível neural – mais uma prova de como a neuroplasticidade do cérebro pode ser aproveitada de forma positiva.

Treino de meditação mindfulness: porque pode funcionar

Alguns estudos já executados mostraram que quanto maior a consciência metacognitiva das pessoas face aos seus estados emocionais, melhor elas conseguem controlar as suas emoções. Metacognição é a capacidade de pensar sobre o seu próprio pensamento – parar e aperceber-se quando está zangado, ou chateado, ou radiante, e considerar o seu estado mental racionalmente.

Com este conhecimento, os pesquisadores desta Universidade de Toronto colocaram a hipótese que o treino de meditação poderia ajudar as pessoas a regular a sua resposta às emoções negativas sem comprometer a experiência completa dessa emoção. A meditação não quer suprimir a dor emocional; ela ensina a aceitar calmamente quaisquer sensações negativas e positivas, reconhecendo-as como flutuações perfeitamente normais.

No passado, o treino de meditação foi também eficaz para pacientes que sofriam de dor física – uma descoberta promissora, dado que a dor física e emocional partilham as mesmas raízes no cérebro.

8 semanas de treino de meditação mindfulness para ajudar a reduzir o stress

Os pesquisadores recrutaram 36 participantes que já estavam num programa de redução de stress num centro médico de Toronto. Estes participantes responderam a 3 questionários sobre os seus níveis de depressão, ansiedade e outros sintomas. Os resultados revelaram que os participantes estavam com uma depressão moderada – não surpreendente, dado o seu envolvimento neste programa de redução do stress.

Metade dos participantes foram colocados no grupo de controlo, onde passaram por um programa standard de redução de stress, que decorreu no centro médico durante as 8 semanas seguintes.

Os outros participantes (trainees) passaram por um treino adicional personalizado de meditação mindfulness, que os ensinou a deitar, sentar, andar, comer ou praticar yôga. A seu tempo, foi-lhes também dado “trabalho de casa” com exercícios no computador que os instruiu a dar atenção aos seus sentimentos e sensações corporais. Todo o treino de meditação mindfulness os encorajou a cultivar uma aceitação de todas as experiências, e a enfrentar as dificuldades e desconfortos, desenvolvendo a sua consciência metacognitiva.

Várias vezes durante estas 8 semanas, tanto o grupo de controlo como o de treino foram chamados para avaliações emocionais. fizeram ressonâncias magnéticas ao cérebro enquanto assistiam a excertos de filmes neutros ou tristes. De seguida classificaram o seu grau de tristeza em resposta ao que tinham acabado de assistir.

O treino de meditação mindfulness altera os sintomas e os padrões do cérebro

Após as 8 semanas, todos os participantes responderam aos mesmos 3 questionários do início do estudo. O grupo de trainees respondeu que se sentia significativamente menos depressivo. Mais importante que isso, as ressonâncias magnéticas ao cérebro suportaram estas descobertas: os trainees do grupo de  meditação mindfulness exibiram uma actividade cerebral diferente daquela do grupo de controlo quando assistiam a filmes tristes. Os trainees pareciam ter mudado a forma como os seus cérebros exprimiam a tristeza.

Mas crucial é que tanto o grupo de controlo como o grupo de trainees deram a mesma classificação de tristeza aos filmes que assistiram. O treino não pareceu ter dessensibilizado os participantes relativamente à dor emocional; simplesmente tornou-os melhores a manter a sua compostura mental.

Este estudo abre a porta a novas e excitantes utilizações para o treino da meditação que suportem mais pesquisas. Controlo emocional, depressão e ansiedade são condições por que milhões de pessoas passam, e a meditação pode representar um método de intervenção simples que preserva a gama completa de experiências emocionais. Enquanto esperamos pelo desenvolvimento de mais estudos sobre a meditação, você pode sempre tentar adoptar a prática da aceitação e consciência na sua própria vida.

(traduzido de Lumosity)

Por tudo isto e muito mais: vamos meditar? 🙂

A meditação no mundo empresarial

city-woman-meditatingNotícia publicada ontem em dinheirovivo.pt

“Os escritórios das principais corretoras americanas não parece, de todo, o cenário ideal para relaxar. O intenso desgaste físico, emocional e mental provocado pelo mercado financeiro levou a grandes grupos como a Global Financial Capital e a Bridgwaters a procurarem uma estratégia que promova o bem-estar dos seus colaboradores sem esquecer a produtividade: a meditação.

A moda é a Meditação Transcendental (MT), técnica de relaxamento de inspiração budista que já inspirou celebridades como Oprah e David Lynch. É a responsável pelas filas de espera de centenas de colaboradores da Goldman Sachs que não querem ser deixados para trás e procuram o aumento na produtividade que a terapia possibilita, revela o porta-voz da empresa à Bloomberg.

Na realidade, o que seria uma técnica de relaxamento começou a tornar-se uma vantagem competitiva, depois de se terem confirmado os inúmeros benefícios da MT nos campos da atenção, inteligência emocional e tomada de decisões.

Em Portugal a CH Consulting, empresa de consultoria com 180 colaboradores, promove sessões de “Reiki Empresarial” duas ou três vezes por semana nas instalações da empresa. As salas de formação transformam-se em refúgio meditacional e as sessões, individuais, têm a duração de uma hora.

A meditação através do Reiki combina a gestão do cansaço físico e emocional com a resolução de obstáculos profissionais de forma a «”limpar” as más energias e renovar-se para assumir novos desafios» explica a Diretora de Comunicação Filipa Prenda. É frequente a articulação entre o Reiki e serviços de Coaching disponibilizados pela empresa.

O balanço feito pela equipa é bastante positivo. Carolina Leite, colaboradora, acredita que «este tipo de iniciativas afetam a produtividade das pessoas». Sente-se «mais alerta, com a mente mais limpa, com mais energia e feliz» e conclui: «Pessoas felizes são mais produtivas.»

A CH Consulting lidera o caminho e esta tendência não se verifica de forma significativa no universo empresarial português. Segundo Eduardo Cerveira Pinto, professor de MT na Associação Portuguesa para o Avanço da Ciência da Inteligência Criativa, a fraca de adesão das empresas deve-se a um preconceito não ultrapassado. Eduardo vê a necessidade de “quebrar barreiras” para a implementação da meditação no bem-estar empresarial em Portugal.”

Pode ler o artigo aqui

Lince ibérico: 2 exemplares soltos em Badajoz

Porque as boas notícias são para ser divulgadas, hoje partilho a notícia que relata a soltura de mais 2 exemplares de Lince Ibérico, nascidos em Portugal, no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico, CNRLI, localizado em Silves.

A notícia original pode ser lida em europapress.es

(notícia de 19/6/2014, traduzida para português)

1389880715lynxO processo de reintrodução na Extremadura do Lince Ibérico, espécie em perigo crítico de extinção, inserido no projeto LIFE+ Iberlince, continua esta quinta feira com a soltura de mais dois exemplares numa propriedade em Badajoz.

Esta fase iniciou-se na sexta feira passada na localidade de Maguilla, com a soltura de Kodiac, o primeiro dos oito exemplares que se libertarão nos próximos dias na Extremadura, após 30 anos sem a sua presença nesta comunidade autónoma.

K2 e Komodo, nomes destes dois exemplares, serão libertados cerca das 19h00 desta tarde numa propriedade de Badajoz para continuar o processo de reintrodução desta espécie na Extremadura. Todos os exemplares estão equipados com uma coleira GPS para facilitar a sua localização e seguimento, segundo indicado pelo Governo da Extremadura numa nota de imprensa.

Esta reintrodução é fruto das actuações realizadas pela Direção Geral do Meio Ambiente do Governo da Extremadura com o apoio do Ministério da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente (MAGRAMA) e do Projecto LIFE+ Iberlince: Recuperação da distribuição do Lince Ibérico (Lynx Pardinus) em Espanha e Portugal.

O objetivo principal deste projeto é recuperar a distribuição histórica do Lince Ibérico tanto em Espanha como em Portugal, já que é o felino mais ameaçado do mundo e atualmente está em perigo crítico de extinção.

Na Extremadura a iniciativa conta com um investimento de 4,8 milhões de euros e com a participação da Direção Geral do Meio Ambiente (que contribui com 1,2 milhões de euros) e outros três associados, a empresa Agroforex, Fundação CBD-Hábitat e Adenex.

Colaboram também nesta iniciativa o Centro de Cativeiro do Lince Ibérico de Zarza de Granadilla, do Organismo Autónomo de Parques Nacionais; os centros andaluzes de criação em cativeiro de Olivilla e Acebuche; e o de Silves em Portugal, de onde procede o exemplar solto esta manhã.

Como lobos mudam rios

“Essa é uma daquelas histórias que parecem ter sido inventadas. Nos anos 90, no parque de Yellowstone (nos EUA), lobos já estavam praticamente extintos. Cientistas então resolveram reintroduzir esses animais ao parque. Como todo mundo sabe, lobos são predadores e, por isso, muitos acreditavam que aquilo poderia ser prejudicial ao ambiente que já se encontrava em desequilíbrio.

Para a surpresa dos cientistas, não foi o que ocorreu. Não só isso, mas outras coisas inesperadas e incríveis começaram a acontecer. E mais uma vez, o homem curvou-se diante da soberania da mãe natureza. Espetacular.”

retirado de www.socialfly.com.br

Impressionante como a Mãe Natureza nos dá lições de vida, mostrando-nos que a sociedade funciona melhor quando várias espécies coabitam 😉