Meditação de 3º grau

Também chamada de Tantra Dhyána. É uma prática avançada, que vamos aprender a executar no curso ministrado pelo Prof. Bruno Amaral, já no próximo Sábado dia 17.

Acesso exclusivo a alunos.

Mais informações em geral@espacotelheiras.org

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A meditação e a resposta à tristeza

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Cientistas da Universidade de Toronto podem ter encontrado um método de treino para ajudar as pessoas a controlar as suas reacções à tristeza, de acordo com um estudo de 2010 do jornal Emotion. Ressonâncias magnéticas ao cérebro revelaram que as pessoas que utilizaram uma meditação mindfulness responderam de modo diferente a um nível neural – mais uma prova de como a neuroplasticidade do cérebro pode ser aproveitada de forma positiva.

Treino de meditação mindfulness: porque pode funcionar

Alguns estudos já executados mostraram que quanto maior a consciência metacognitiva das pessoas face aos seus estados emocionais, melhor elas conseguem controlar as suas emoções. Metacognição é a capacidade de pensar sobre o seu próprio pensamento – parar e aperceber-se quando está zangado, ou chateado, ou radiante, e considerar o seu estado mental racionalmente.

Com este conhecimento, os pesquisadores desta Universidade de Toronto colocaram a hipótese que o treino de meditação poderia ajudar as pessoas a regular a sua resposta às emoções negativas sem comprometer a experiência completa dessa emoção. A meditação não quer suprimir a dor emocional; ela ensina a aceitar calmamente quaisquer sensações negativas e positivas, reconhecendo-as como flutuações perfeitamente normais.

No passado, o treino de meditação foi também eficaz para pacientes que sofriam de dor física – uma descoberta promissora, dado que a dor física e emocional partilham as mesmas raízes no cérebro.

8 semanas de treino de meditação mindfulness para ajudar a reduzir o stress

Os pesquisadores recrutaram 36 participantes que já estavam num programa de redução de stress num centro médico de Toronto. Estes participantes responderam a 3 questionários sobre os seus níveis de depressão, ansiedade e outros sintomas. Os resultados revelaram que os participantes estavam com uma depressão moderada – não surpreendente, dado o seu envolvimento neste programa de redução do stress.

Metade dos participantes foram colocados no grupo de controlo, onde passaram por um programa standard de redução de stress, que decorreu no centro médico durante as 8 semanas seguintes.

Os outros participantes (trainees) passaram por um treino adicional personalizado de meditação mindfulness, que os ensinou a deitar, sentar, andar, comer ou praticar yôga. A seu tempo, foi-lhes também dado “trabalho de casa” com exercícios no computador que os instruiu a dar atenção aos seus sentimentos e sensações corporais. Todo o treino de meditação mindfulness os encorajou a cultivar uma aceitação de todas as experiências, e a enfrentar as dificuldades e desconfortos, desenvolvendo a sua consciência metacognitiva.

Várias vezes durante estas 8 semanas, tanto o grupo de controlo como o de treino foram chamados para avaliações emocionais. fizeram ressonâncias magnéticas ao cérebro enquanto assistiam a excertos de filmes neutros ou tristes. De seguida classificaram o seu grau de tristeza em resposta ao que tinham acabado de assistir.

O treino de meditação mindfulness altera os sintomas e os padrões do cérebro

Após as 8 semanas, todos os participantes responderam aos mesmos 3 questionários do início do estudo. O grupo de trainees respondeu que se sentia significativamente menos depressivo. Mais importante que isso, as ressonâncias magnéticas ao cérebro suportaram estas descobertas: os trainees do grupo de  meditação mindfulness exibiram uma actividade cerebral diferente daquela do grupo de controlo quando assistiam a filmes tristes. Os trainees pareciam ter mudado a forma como os seus cérebros exprimiam a tristeza.

Mas crucial é que tanto o grupo de controlo como o grupo de trainees deram a mesma classificação de tristeza aos filmes que assistiram. O treino não pareceu ter dessensibilizado os participantes relativamente à dor emocional; simplesmente tornou-os melhores a manter a sua compostura mental.

Este estudo abre a porta a novas e excitantes utilizações para o treino da meditação que suportem mais pesquisas. Controlo emocional, depressão e ansiedade são condições por que milhões de pessoas passam, e a meditação pode representar um método de intervenção simples que preserva a gama completa de experiências emocionais. Enquanto esperamos pelo desenvolvimento de mais estudos sobre a meditação, você pode sempre tentar adoptar a prática da aceitação e consciência na sua própria vida.

(traduzido de Lumosity)

Por tudo isto e muito mais: vamos meditar? 🙂

A única constante na nossa vida é a mudança

“Os seres humanos são seres em evolução que erroneamente acham que estão prontos. A pessoa que somos agora é tão transitória, tão fugaz e tão temporária como todas as pessoas que já fomos. A única constante na nossa vida é a mudança.”

Dan Gilbert, psicólogo, especialista em felicidade 🙂

E se estamos sempre em transição, em mudança, que seja para alguém melhor, mais informado, com uma consciência mais abrangente e desenvolvida. Melhore a sua intuição! Para que isso aconteça: medite!

O poder da meditação

Será que a meditação pode ajudar a curar doenças? O cientista Herbert Benson observou os monges budistas numa prática de meditação específica, Meditação Tummo, e concluiu que sim.

O nosso cérebro é maravilhoso! 🙂