Farófias no microondas

Porque este frio pede um docinho para ajudar a aquecer, aqui fica uma receita super simples, e que sai sempre bem 🙂

FarófiasFarófias no Microondas
Ingredientes

6 claras; 5 c.sopa de açúcar; Leite Creme (receita da Bimby)

Preparação

Bata as claras em castelo, junte depois as colheres de açúcar uma a uma. Depois coloque-as às colheradas num pirex redondo e não muito alto. Leve ao microondas na potência máxima durante 2 minutos e meio e retire-as de lá só após passarem 5 minutos.

Entretanto, faça o leite creme como vem no livro. Quando o leite creme estiver pronto, escorra as claras que sempre deitam algum líquido e corte-as com uma colher para ficarem mais soltas. Deite o leite creme por cima e polvilhe com canela.

Bom apetite!

Anúncios

Dieta recomendada pela ONU

shutterstock_72197374-642x336Hoje reproduzimos um artigo publicado no site Olhar Animal

Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, da escassez de combustíveis e dos piores impactos das mudanças climáticas, afirmou hoje um relatório da ONU. Na medida em que a população mundial avança para o número previzível de 9,1 bilhões de pessoas em 2050 e o apeite por carne e laticínios ocidental é insustentável, diz o relatório do painel internacional de gerenciamento de recursos sustentáveis do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP).

Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam sustancialmente devido ao crescimento da população e do consumo de produtos de origem animal. Ao contrário dos que ocorre com os combustíveis fósseis, é difícil procurar por alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial nos impactos somente seria possível com uma mudança substancial na alimentação, eliminando produtos de origem animal”.

O professor Edgar Hertwich, principal autor do relatório, disse: “Produtos de origem animal causam mais danos do que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. A biomassa e plantações para alimentar animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fósseis”.

A recomendação segue o conselho de Lorde Nicholas Stern, ex-conselheiro do governo trabalhista inglês sobre a economia das mudanças climáticas. O Dr. Rajendra Pachauri, diretor do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), também fez um apelo para que as pessoas observem um dia sem carne por semana para reduzir emissões de carbono.

O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o desenvolvimento econômico, eles disseram.

Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas especializados em meio ambiente que coordenaram o painel, disse: “A crescente riqueza econômica está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas”.

Tanto a energia quanto a agricultura precisam ser “dissociadas” do crescimento econômico porque os impactos ambientaris aumentam grosso modo 80% quando a renda dobra, afirma o relatório.

Achim Steiner, subsecretário geral da ONU e diretor executivo da UNEP,afirmou: “Separar o crescimento dos danos ambientais é o desafio número um de todos os governos de um mundo em que o número de pessoas cresce exponencialmente, aumentando a demanda consumista e persistindo o desafio de aliviar a miséria e a pobreza”.

O painel, que fez uso de diversos estudos incluindo o Millennium Ecosystem Assessment (avaliação do ecosistema no milênio), cita os seguintes itens de pressão ambiental como prioridade para os governos do mundo: mudanças climáticas, mudanças de habitats, uso com desperdício de nitrogênio e fósforo em fertilizantes, exploração excessiva dos oceanos e rios por meio da pesca, exploração de florestas e outros recursos, espécies invasoras, fontes não seguras de água potável e falta de saneamento básico, exposição ao chumbo, poluição do ar urbano e contaminação por outros metais pesados.

A agricultura, particularmente a carne e os laticínios, é responsável pelo consumo de 70% de água fresca do planeta, 38% do uso da terra e 19% da emissão de gases de efeito estufa, diz o relatório, que foi liberado para coincidir com o dia Mundial do Meio Ambiente no sábado.

Ano passado, a Organização de Alimentos e Agricultura da ONU (FAO) disse que a produção de alimentos teria de aumentar em 70% para suprir as demandas em 2050. O painel afirmou que os avanços na agricultura serão ultrapassados pelo crescimento populacional.

O professor Hertwich, que é também diretor de um programa de ecologia industrial na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, disse que os países em desenvolvimento, onde se dará grande parte do crescimento populacional, não devem seguir os padrões de consumo ocidentais: “Os países em desenvolvimento não devem seguir nossos modelos. Mas cabe a nós desenvolver tecnologias em, digamos, energia renovável e métodos de irrigação.”

Fonte: Brasil em Pauta / Guardian

Eliminar toxinas (detox)

Todos os dias ingerimos substâncias tóxicas para o nosso organismo, mesmo que de forma inconsciente.

toxinas

Toxina é uma substância biológica capaz de lesar um organismo vivo.

Não se assuste ao ler a última frase. O nosso corpo é capaz de produzir defesas contra as toxinas, eliminando-as. Levando em conta o tipo e a quantidade que entra no organismo, existem toxinas capazes de lesar gravemente ao ponto de acabar com a vida.

O objectivo deste artigo é chamar a atenção para as supostas substâncias que ingerimos no dia-a-dia para aumentar o nosso rendimento. Afinal, o assunto é aumentar a produtividade.

Tome como exemplo a pessoa que diz: “tenho de ir beber um café, estou cheio/a de sono e preciso acordar.”

Procure reflectir de forma séria e verdadeira na quantidade de estimulantes ou sedativos que ingere, já que ao utilizar essas substâncias está a influenciar os seus ciclos biológicos e naturais. Estão identificados 3 ciclos que têm influência em nós, e sobre os quais vou falar num próximo artigo.

O que evitar então?

 – Substâncias que acelerem o organismo (como café, chá, bebidas energéticas, estimulantes químicos, etc. O chá verde pode ser bebido com moderação, tem bastantes antioxidantes e o teor de cafeína não é tão elevado como no café);

 – Substâncias para baixar o ritmo, desacelerar ou descontrair (aqui incluímos tabaco, bebidas alcoólicas e medicamentos). Atenção que não queremos ser radicais, nem ficar paranóicos e eliminar tudo, até porque isso nos leva a ser os chatos anti-sociais.

Se gosta do sabor do café, beba. Só não abuse, ingerindo 3, 4, 5 ou 6 diariamente.

Se gosta de beber cerveja no final do dia com os amigos, beba. Só não aja como se fosse o último dia da Humanidade.

Lembre-se que a diferença entre remédio e veneno está na dose.

Até ao próximo artigo.

Bruno Amaral

Alimentar o corpo

Já Hipócrates, o “pai” da medicina dizia, no século V a.c., “Nós somos o que comemos”.

shutterstock_72197374-642x336

Nessa época era valorizada a importância da alimentação inclusive na saúde. Também é de Hipócrates a frase “O alimento deve ser o primeiro medicamento”.

Cada vez temos mais noção que ter uma boa alimentação é essencial no bom funcionamento do nosso corpo, bem como no nosso desempenho. E todos já sentimos algum dia que o excesso de comida é comprometedor. Quem nunca sentiu um cansaço apoderar-se do corpo após uma refeição farta? Isto deve-se à energia que o nosso corpo necessita para a digestão, deixando outras funções em baixo rendimento.

Ainda há muita controvérsia sobre qual a melhor alimentação. Não vou defender nenhum ponto de vista ou tomar partido por algum sistema alimentar, vou apenas falar do que é mais importante para nós, e das questões comprovadas que precisamos ter em conta para uma boa alimentação.

A refeição mais importante é sem dúvida o pequeno-almoço. Ficamos mais de 6 horas sem comer, e precisamos ter energia para o dia que vai iniciar. Tente programar o seu pequeno-almoço de véspera, ou seja, decida o que vai comer. Assim vai ganhar tempo e libertar a sua cabeça para pensar noutras coisas, como por exemplo o que vai ser mais importante realizar nesse dia. Procure comer uma peça de fruta, já que a fruta tem um baixo índice glicémico, o que vai proporcionar uma fonte de energia mais duradoura. Coma frutos secos não processados e muito menos fritos, e em pouca quantidade, pois têm muita gordura (dê sempre preferência a alimentos com baixo índice glicémico).

Faça uma pequena refeição antes do almoço, mas não exagere (coma por exemplo uma peça de fruta, ou uma porção de 10g a 20g de frutos secos não fritos)

Ao almoço não coma em demasia, deve ficar sempre com uma sensação de que podia comer um pouco mais. Isto evita a sensação de fadiga, tão característica após uma refeição.

Tente comer alguma coisa a meio da tarde. Varie bastante, não sature o seu organismo comendo sempre as mesmas coisas.

Não coma muito ao jantar, evite refeições muito pesadas. Elas precisam de uma maior quantidade de tempo e energia para serem processadas, e a maioria das pessoas tem apenas pouco mais de 2 horas antes de ir dormir. Com jantares fartos o sono não é igual, pois o corpo vai dedicar a sua energia à digestão e deixar algumas funções de lado.

O objectivo deste artigo é perceber como aquilo que comemos e a qualidade da nossa alimentação têm uma influência directa no nosso desempenho, afectando a nossa produtividade. Vou dedicar alguns artigos no futuro a este tema “a alimentação” e assim vamos poder ir mais fundo na questão.

Até ao próximo artigo.

Bruno Amaral

O corpo físico

O nosso corpo tem necessidades básicas que devemos ter em conta para uma longevidade saudável, que são:

1. Respiração

2. Alimentação

3. Limpeza de toxinas

4. Actividade física

5. Sono

Todos os corpos para se movimentarem precisam de energia. Energia é um termo que deriva do grego “ergos” cujo significado original é trabalho. Está associada à capacidade de qualquer corpo produzir trabalho, acção ou movimento.

As fontes de energia do nosso corpo são Respiração (oxigénio) e Alimentação (nutrientes).

breathe1

Todo o ciclo de vida inicia com uma inspiração e termina com uma última expiração. Por isso a respiração está em primeiro lugar, é a fonte mais importante e na realidade actua de forma directa e indirecta na digestão.

O nosso organismo obtém energia dos alimentos pelo processo da respiração celular, realizado nas mitocôndrias, com auxílio do oxigénio. Feita de forma ideal, gera uma série de benefícios ao organismo, ajuda a eliminar toxinas e também favorece o processo digestivo através da compressão abdominal.

Para aproveitar o potencial máximo da respiração deve utilizar o diafragma. Quando inspiramos o diafragma contrai, fazendo pressão nos órgãos, e possibilitando uma maior expansão dos pulmões, ao expirar o diafragma descontrai, possibilitando ao abdómen retrair e expulsar uma maior quantidade de ar.

Regra para uma boa respiração: quando inspira projecte o abdómen para fora, ao expirar puxe o abdómen para dentro. Nota importante: procure utilizar apenas o nariz evitando utilizar a boca, mesmo na expiração.

Estudos relatam que tornar a respiração mais lenta e profunda ajuda a acalmar e relaxar o organismo, diminuindo as batidas do coração.

Exercício que pode praticar todos os dias, de manhã à noite ou quando for melhor para si:

– Inspire num determinado tempo e expire no dobro (por exemplo, inspire em 3 segundos e expire em 6 segundos). Faça umas 6 a 9 respirações desta forma.

Até ao próximo artigo.

Bruno Amaral